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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Recebendo e distribuindo selos






Recebemos este selo de http://cova-do-urso.blogspot.com/


Grata, Antonio Rosa!


Repassamos para:







"Eu sou luz e quero iluminar todas as pessoas com quem entrar em contato!"


As regras criadas por quem começou a corrente são estas:

1) Mencionar quem lhe ofereceu o selo.

2) Completar a frase "Eu sou Luz e quero Iluminar..."

3) Passar o selo a 5 blogues que consideremos de LUZ, avisando-os da oferta.

Cromoterapia

Cromoterapia é a ciência que utiliza a vibração das cores do espectro solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo que apresentam alguma disfunção.

As propriedades terapêuticas de cada cor vão agir nos campos energéticos que chamamos de Chakras, corrigindo e reativando o campo vibratório celular.

A Cromoterapia é uma terapia holística por tratar o ser como um todo. Cada cor tem uma vibração específica, atuando desde o nível físico até níveis mais sutis. A aplicação de cada cor tem como finalidade suprir carências de determinadas vibrações energéticas no corpo e neutralizar o excesso de outras.

A vibração de cada cor pode ser introduzida no corpo através de várias maneiras.

A Cromoterapia trata de inúmeras disfunções orgânicas , tais como, pressão alta ou baixa, artero-esclerose, anemia, gastrite, úlcera, hepatite, hemorróidas, cálculos renais, Mal de Parkinson, cefaléia,bronquite, sinusite, conjuntivite e, até mesmo, queda de cabelo. Com o aparelho de Cromoterapia podem ser realizadas sessões, utilizando cores e procedimentos específicos para o tratamento de cada disfunção.

*Cromoterapia não substitui os tratamentos médicos convencionais.

Fonte: http://br.geocities.com/emilia_terapias

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Por que a Aromaterapia funciona?


A Aromaterapia não remete apenas a um cheiro gostoso no ambiente ou um perfume durante o banho. Trata-se, sim, de um verdadeiro e natural tratamento que serve para inúmeras situações.

Os aromas agem nos centros cerebrais e provocam reações emocionais ou físicas, tratando o organismo de uma forma integral, considerando a mente e o corpo como um todo.

As aplicações desta terapia caminham desde o relaxamento e técnicas para amenizar o estresse até meios para estimular o organismo e combater problemas estéticos - como a pele ressecada ou maltratada. Suas principais ferramentas são os óleos essenciais, extraídos de flores, folhas, cascas, raízes, frutos e sementes das plantas, como das perfumadas flores do jasmim, de onde se retira um óleo antidepressivo e afrodisíaco ou ainda o óleo extraído da limette – mais conhecida como lima – que combate a fadiga mental, além de ser também utilizado em tratamentos para a celulite.

Para entender como os óleos funcionam, devemos imaginar o caminho pelo qual percorrem em nosso corpo. Quando se aspira, por exemplo, um desses produtos, sua fragrância é captada pelas narinas, onde sensores nervosos decodificarão esta informação, transportando para o cérebro que estimulará determinadas partes do organismo. Dessa forma, atuam por todo o corpo e, de quebra, nas emoções e sentimentos do indivíduo.
Em tempos de estresse, correria e de falta de tempo para cuidarmos de nós mesmos, devemos separar alguns momentos e olhar para o nosso interior. Afinal, a beleza externa reflete, como bem sabemos, a saúde e harmonia interna. Uma forma vantajosa de se aplicar a Aromaterapia na estética dá-se pela utilização destes óleos em forma de banhos ou massagens.

Para conduzir os óleos essenciais e facilitar a sua absorção, existem os chamados óleos carreadores, que potencializam a aplicação graças à sua estrutura molecular. Quando estes produtos entram em contato com o corpo, nutrem a pele e entram na corrente sangüínea, que leva as informações ao cérebro. Trata-se, portanto, de um tratamento completo: o cliente se beneficia das essências tanto ao senti-las quanto ao recebê-las em sua pele.


Por Cristina Thomaz e Simone Valente
http://bemstar.globo.com/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Yoga, Respiração e Emoções

Foi constatado que as representações mentais de emoções negativas ou positivas influenciam a mobilidade do diafragma. Um aumento de 8 cm corresponde a um aumento de mais ou menos 2 litros do volume de ar inspirado, o que é muito!

Uma respiração lenta e profunda aumenta a taxa de endorfinas (os hormônios de bom humor). Isso se reflete também no funcionamento de muitos órgãos e no nível de bem-estar geral, fisiológico e mental.

A respiração profunda dissolve a ansiedade e o estresse, cujos efeitos negativos são inibidos no organismo. Estudos mostram que a respiração yogica profunda tem os mesmos efeitos de bem-estar psíquico proporcionados pela heroína... Sem os efeitos tóxicos.

Ainda mais, a endorfina abre os vasos no corpo todo, e favorece a saúde do sistema cardiovascular. Finalizando, essa endorfina propicia uma melhor qualidade de sono: mais reparador e mais profundo.

A respiração yogue lenta e profunda se torna um “euforizante” natural que, ao contrário das drogas químicas, não permite ultrapassar a dosagem permitida, porque nunca podemos respirar “bem em excesso”. O máximo que pode acontecer é expelir totalmente o CO2 e outros gases tóxicos, limpando assim completamente o sangue venoso, nada mais do que isso; ao mesmo tempo, podemos também carregar os glóbulos vermelhos ao máximo possível com o O2 que o sangue pode dissolver, mas nunca será além dos limites...

Vivemos permanentemente aquém de nossas possibilidades respiratórias, o que condena os milhares de indivíduos celulares a viver permanentemente em um meio poluído, com pouco oxigênio e a maior parte do tempo, carregado de venenos destilados por um intestino preguiçoso.

Isso é um retrato triste da grande maioria de nós. É assim que o corpo se deteriora, fica doente, senil e morre muito antes da idade programada pelos genes. O contrário seria surpreendente. Sem falar do sedentarismo, da alimentação inadequada, do cigarro, álcool, drogas.

Mas como o remédio é simples, e pior ainda, gratuito, ninguém, ou quase ninguém, pensa nisso. É necessário, absolutamente necessário, cada vez que se pense e várias vezes por dia, esvaziar nossas esponjas pulmonares, para limpá-las e em seguida colocar o máximo de superfície pulmonar em contato com o ar novo inspirado: respirações lentas e profundas Esse é o segredo da respiração que regenera.

Como as emoções influenciam a respiração?

Um outro fator crucial é a frequência/minuto da respiração. Normalmente, sem modulações devido à idade da pessoa, ela oscila entre 16 e 18 respirações/min. A grosso modo, são 1.000 por hora ou 24.000 por dia; não nos damos conta, mais é assim...

Podemos observar diferenças importantes no ciclo respiratório em decorrência das emoções... Quando as emoções são agradáveis, a respiração se torna mais lenta e a frequência por minuto diminui. Em casos de emoções desagradáveis ela fica acelerada (medo, raiva, etc.). Mas, de maneira estranha, essas duas fases não são modificadas da mesma forma: a duração da inspiração fica igual, e o que muda é o tempo da expiração.

As emoções negativas influenciam principalmente a expiração, e o simples fato de imaginar que está sentindo uma emoção positiva, mesmo que sem a sentir plenamente, modifica favoravelmente os padrões respiratórios.

Isso é importantíssimo para as pessoas estressadas. Em situações pesadas é muito difícil escapar das emoções negativas, mas é possível limitar seus efeitos negativos sobre a respiração, e por consequência, sobre a totalidade do organismo. A ideia é modificar voluntariamente os padrões da respiração para se aproximar dessas emoções positivas e assim atuar de verdade sobre o clima emocional.

Mesmo sabendo que “não se manda nas emoções”, cada um pode, quando for necessário, modificar a sua respiração. Bastar pensar e querer. Em caso de ansiedade, por exemplo, antes de entrar em um palco uma pessoa pode relaxar, suspirar devagar várias vezes, e assim dissolver 90% do estresse...


Bibliografia: “Yoga, Imortalidade e Liberdade” (Eliade, Mircea); “A Tradição do Yoga” e “Uma Visão Profunda do Yoga” (Feurstein, Georg); “Yoga e Consciência” (Henriques, Antônio Renato); “Bhagavad-Gita a mensagem do Mestre” (Lorenz, Francisco Valdomiro - tradutor).


Por Izolda Mendes de Faria

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Yoga: prá que serve?

Vamos buscar as respostas na literatura antiga, mais próxima das origens do yoga. Vejamos as seguintes citações:

“A ausência de sofrimentos, dores e cuidados chama-se yoga...” (Bhagavad Gita, 6.23).


“A dor que ainda não chegou pode ser evitada” (Yoga Sutra, 2.16).

“Yoga tem a finalidade de cultivar o êxtase e também de atenuar as causas da aflição” (Yoga Sutra, 2.2).

“Aquele que contém bem a sua mente, a qual anda longe e vaga por grandes extensões, e cuja essência é a dúvida e o desejo – este é feliz aqui na terra e na outra vida” (Moksha Dharma, 36).

“Yoga é o controle dos turbilhões da mente” (Yoga Sutra, 1.2).

Assim, yoga é um conjunto de técnicas que tem como finalidade libertar o ser humano do sofrimento e levá-lo a conquista da felicidade. O sofrimento tem origem na ignorância, no egoísmo, na paixão (apego), na rejeição e no medo da morte (Yoga Sutra, 2.3).

Todas estas causas de sofrimento desestabilizam a atividade mental, provocando agitação dos pensamentos (turbilhões da mente). Para que tal sofrimento seja minimizado, yoga preconiza que é necessário pacificar os pensamentos, suprimindo a agitação e o diálogo mental constante.

O primeiro passo no processo de estabilização dos pensamentos, ou controle dos turbilhões da mente, é a prática de yama e nyama que tem como objetivo a autoperfeição, o refinamento da sensibilidade e dos sentimentos. Sem esta prática não é possível qualquer progresso na yoga.

Os yamas são: não violência, veracidade, não invejar/ não roubar, castidade e desapego (Yoga Sutra, 2.29 e 30).

Os nyamas são: pureza, contentamento, auto-estudo, entrega ao senhor/aceitação e auto-esforço/ disciplina/ austeridade (Yoga Sutra,2.29 e 32).

Sem estas práticas de nada adianta puxar, esticar e torcer o corpo, não há resultados, mesmo porque asana (posição corporal) é “sthira-sukham asanam”, isto é, “a postura deve ser firme e confortável” (Yoga Sutra, 2.46). Apenas isto, simples assim.

Que tal praticar yoga de verdade?


Bibliografia: “Yoga, Imortalidade e Liberdade” (Eliade, Mircea); “A Tradição do Yoga” e “Uma Visão Profunda do Yoga” (Feurstein, Georg); “Yoga e Consciência” (Henriques, Antônio Renato); “Bhagavad-Gita a mensagem do Mestre” (Lorenz, Francisco Valdomiro - tradutor).

Por Izolda Mendes de Faria

Yoga e Respiração



"Estudos mostram que os exercícios respiratórios da yoga tem os mesmos efeitos de bem-estar psíquico proporcionados pela heroína
"




Respiração lenta e profunda aumenta a taxa de endorfinas (os hormônios de bom humor). Isso se reflete também no funcionamento de muitos órgãos e no nível de bem-estar geral, fisiológico e mental.

A respiração profunda dissolve a ansiedade e o estresse.

Geralmente, considera-se que a respiração serve unicamente para abastecer em oxigênio e expulsar o CO2 (gás carbônico), etc.. Evidentemente, que isso não está errado.

Mas existem lados desconhecidos dessas técnicas, que se tratam especificamente da regeneração positiva do organismo: um verdadeiro rejuvenescimento na profundidade do organismo.

Envelhecimento respiratório

No meio dos estudiosos da senilidade – que é mais uma doença do que uma fatalidade – geralmente se ignora as modificações respiratórias que a idade habitualmente acarreta. De fato, na medida em que envelhecemos, se altera a capacidade respiratória. Gradativamente, a capacidade vital diminui. A capacidade plena é por volta dos 19-20 anos, mas com 80 anos essa capacidade vital diminui para menos que a capacidade de um menininho de 8 anos. E fica pior ainda quando se fala do volume de ar por minuto.

Isso não é fatal não! Podemos graças às técnicas de yoga, reverter esse processo.

A idade altera a nossa capacidade vital, altera o volume de ar/minuto, mas, se restauramos o “modelo“ respiratório da juventude, o corpo inteiro será regenerado. Isso não é uma promessa e pode ser verificado nos fatos.

A capacidade vital depende, em maior parte, da abertura do tórax e também do estado do tubo digestivo. Se o tórax estáa gradativamente encolhido por falta de exercício físico e por falta de uma respiração yogica – chamada também de pranayama, isso reduz de maneira estupenda a capacidade respiratória.

Principalmente se o tubo digestivo estiver inflado, pois limita as possibilidades de movimentos do diafragma no tórax e pode até bloqueá-lo – isso não é raro.

O volume por minuto, depende diretamente da capacidade vital e da flexibilidade ou, para ser mais exato, da falta de flexibilidade do tórax e do tecido pulmonar.
Isso explica porque aos 80 anos, ele atinge só 2/3 do que era na “idade” de 8 anos, mesmo que a capacidade vital esteja só reduzida em 10%.

Com os exercícios respiratórios que a yoga propõe, os benefícos são:

a) Abrir a caixa torácica;

b) Flexibilizar a caixa torácica;

c) Devolver a mobilidade ao diafragma;

d) E, finalmente, fortalecer o diafragma, já que essa musculatura é uma das mais importantes do corpo.

Os ganhos são imensos, principalmente porque se eleva a oxigenação das células, mantendo-as saudáveis e jovens.

Yoga funcina, então, como um método muito mais preventivo que curativo, recomendada a todas as idades!
Adaptação do texto de André Van Lysebeth

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Orbes na Celebração de Wesak

Orbes são pequenas esferas luminosas, semitransparentes, que aparecem em fotos, estruturas que parecem pertencer a um mundo invisível, mas mesmo assim alcançáveis pelo ser humano.


Para ver em modelo ampliado: http://picasaweb.google.com/trtresende/OrbesNaCelebracaoDeWesak#slideshow/5334293483342930626
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